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Por João Mascarenhas

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Vigilância Epidemiológica intensifica ações contra leishmaniose

29 ago 2018

| 07:12h | Notícias
 Vigilância Epidemiológica intensifica ações contra leishmaniose

Dos 16 casos de leishmaniose diagnosticados este ano em Feira de Santana, quatro foram de pessoas que residem no distrito Maria Quitéria. Devido ao número de casos na localidade (25% do total), a Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância Epidemiológica, realizou na última quinta-feira, 23, uma sensibilização e discussão de estratégias junto aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) que atuam no distrito.

Entre as orientações passadas para prevenção da população, está o uso de mosquiteiro e repelente antes de dormir. Thaís Peixoto (foto), referência técnica em leishmaniose, orienta para as pessoas evitarem ficar fora de casa à noite, por ficarem mais expostas às picadas do flebótomo, inseto transmissor da doença, também conhecido como mosquito palha.

“O flebótomo tem ação noturna, especificamente por volta das 17h às 6h. Além disso o mosquito tem como característica o voo baixo e saltitante, por isso ele pica os membros inferiores com facilidade”, ressalta.

Atenção aos sintomas da doença

Quando a leishmaniose é diagnosticada precocemente, maior a possibilidade de evitar a morte. Para isso é necessário ficar atento aos sintomas da doença: febre por mais de sete dias, perda de peso, falta de apetite, palidez e aumento da barriga. “Ao notar os sintomas o indicado é comparecer a unidade de saúde para receber atendimento e realizar a notificação”, orienta a coordenadora da VIEP, Francisca Lúcia de Oliveira (foto).

Francisca também alerta que “se a pessoa tiver além dos sintomas, um animal em casa que apresente queda de pelo, crescimento exagerado das unhas e falta de apetite, é mais um motivo para procurar atendimento”.

Ambientes propícios ao mosquito

Os agentes de endemias têm encontrado nas residências ambientes propícios para a proliferação dos insetos, é o que informa o coordenador de endemias, Edilson Miranda (foto).

“Ao chegar nas residências encontramos madeira, entulho, galinheiro, ambientes que facilitam o alojamento do flebótomo. A população tem que fazer a sua parte cuidando de suas casas”, informa o coordenador de Endemias, Edilson Miranda.

Foto: Raylle Ketlly



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